
Não sabia como te dizer, pois há coisas que se não dizem. Basicamente, despeço-me assim, por postal, porque não tive coragem de te dizer mais cedo que te ia deixar para que pudéssemos ser sozinhos os dois. Enfim, escreverei aqui palavras de auto flagelação com o intuito de que me desculpes a minha cobardia. Caso o não faças, deves ter a noção de que guardarás para ti o rancor e o ódio, uma vez que não regressarei e não terás qualquer hipótese de me comunicar o perdão que espero da tua dignidade. Eu, na minha egoísta cobardia, fico com a dúvida que me poderá servir de consolo.
Daquele que não é teu,
Sílvio Benedito Hidiórgenes Pampolino
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